Óleos essenciais antivirais – alternativa natural para lutar contra infecções

Conteúdos do Post

DR. JEAN-PIERRE WILLEM é doutor em medicina, cirurgião e antropólogo. É um francês que conduz missões humanitárias desde 1959. É um dos criadores da organização de ajuda humanitária Médico Sem Fronteiras fundada em 1977.

Atendeu vitimas de catástrofes e conflitos em guerras e epidemias em diferentes lugares do mundo. Em 1985 criou a primeira cátedra de medicina natural na Sobornne e dois anos depois fundou a a Faculdade Livre de Medicina Natural e a associação humanitária Médicos Descalços na França.

O DR. JEAN-PIERRE WILLEM acredita na aproximação da medicina tradicional complementar à medicina convencional. O conteúdo que trago hoje nesta publicação é da obra dele, intitulada Óleos Essenciais Antivirais – A solução natural para lutar contra as infecções.

O livro foi publicado em 2015 em francês e em 2018 foi traduzido para o português pela editora Lazslo.

Interessante que ele, já em 2015 quando escreveu este livro havia alertado para o que estamos vivendo agora. Ele também fala do Coronavirus, descrevendo o mesmo quadro que estamos vivendo agora e cita outras pandemias como a Sars.

“A urgência do momento foi – e ainda é – o coronavírus da síndrome respiratória do Oriente Médio (MERS-CoV, para Middle-East respiratory syndrome coronavirus; SROM-CoV, síndrome respiratória por coronavírus do Oriente Médio, anteriormente; e NCoV, para o novo coronavírus). Essa variante de coronavírus altamente patogênica, descoberta em 2012, causa, em particular, um sintoma de pneumonia aguda. O coronavírus (do latim, coroa vírus) é o nome de um gênero de vírus da família dos Coronaviridae. Os vírus desse tipo, bem como os vírus da gripe, podem infectar uma ou mais espécies animais e os seres humanos e, dependendo de certas mutações, passar de uma espécie para outra. Esses vírus, às vezes, tornam-se de maneira inabitual patogênicos, por exemplo, devido ao sistema imunológico do novo hospedeiro (humano ou animal) não estar adaptado (…). Os coronavírus formam uma família com grande número de vírus que podem provocar as mais variadas doenças nos seres humanos, indo desde o resfriado comum à síndrome respiratória aguda severa (Sars), passando pelas infecções do trato respiratório ou do sistema digestivo (gastroenterite). Também causam uma série de doenças em animais.”

Os virus sao sensíveis às moléculas aromáticas. Certas doenças virais graves são claramente melhoradas graças a elas. Para combater vírus recorre-se aos aromáticos a base de fenol e monoterpenol, sabendo que os fenois são mais potentes e devem ser prescritos com cautela. Os monoterpenois também são antibacterianos, antivirais, fungicidas e imunoestimulantes.

Pela larga experiência adquirida na prática médica associada à aromaterapia, dr. Willem apresenta um compendio de recomendações e fórmulas já utilizadas e comprovadas em seu trabalho e em estudos científicos. Os óleos essenciais são antissépticos, bactericidas, antivirais, antibióticos e antifúngicos. Eles atingem o nível celular e participam da destruição dos agentes patogênicos e da eliminação dos metabólicos, enquanto respeitam a integridade da flora benéfica e simultaneamente reforçam as defesas imunólogicas.

“Hoje sabemos que é possível desinfetar blocos operatórios, creches, clinicas ou apartamentos pela difusão aromática com óleos essenciais anti-infecciosos. Essa técnica já é empregada em muitas clinicas norte-americanas. Em 24 horas, as infecções são em geral contidas (em 20 minutos de difusão de óleos essenciais duas vezes por dia). As moléculas aromáticas são, por conseguinte, capazes de destruir os germes infecciosos e de se opor à sua proliferação tanto nos organismos vivos quanto no meio ambiente. (…) A desinfecção dos espaços que recebem os doentes, especialmente as salas de reanimação e os quartos de doentes contagiosos, pode recorrer aos óleos essenciais fenólicos sob a forma de aerossóis. (…) Extremamente simples e julgado como pouco confiável pelas autoridades sanitárias, esse tipo de tratamento preventivo e curativo sem dúvida não será implementado na França, mesmo daqui a vários anos, exceto em centros privados de saúde. Muitos de nossos parentes pagarão, infelizmente, com suas vidas. (…)”

Ele acrescenta que a catástrofe será tanto mais devastadora no que concerne à maioria dos novos vírus na medida em que não houver nenhum tratamento, nem qualquer estrutura sanitária para nos proteger. Alertas repetidos – de Sars, ebola, meningite, gripe aviaria e outras que constituem sinais suficientes de riscos infecciosos futuros. Depois de mais de meio século de uso indevido dos antibióticos, os vírus e as bactérias responsáveis pelas infecções mais comuns tornam-se, em grande proporção, resistentes a essas terapias. Em medicina natural, dispomos de óleos essenciais capazes de neutralizar vírus e outros agentes patogênicos. Podem ser utilizados na forma de spray, por difusão atmosférica ou por via cutânea (massageando o tórax por exemplo). Dr. Willem apresenta na página 117 a seguinte formulação para combater Coronavirus*:

✔ OE eucalipto-glóbulos (Eucalyptus globulus): 3 mL

✔ OE eucalipto-radiata (Eucalyptus radiata): 3 mL

✔ OE louro (Laurus nobilis): 3 mL

✔ OE pinheiro-silvestre (Pinus sylvestris): 3 mL

✔ OE orégano-compacto (Origanum compactum): 4 mL

✔ OV tamanu (Calophyllum inophylum) qsp 50 mL: 34 mL

👉 Aplicar 10 gotas da mistura em massagem no tórax e 10 gotas na parte superior das costas, 3 vezes ao dia até que haja melhoria sensível”.

ATENÇÃO: O óleo graxo de tamanu pode ser substituído pelo óleo de neem, coco ou andiroba, que também possuem potencial antimicrobiano e antiviral.

Por fim ele destaca:

Não estamos desarmados. Ante a incerteza de uma terapia química eficaz, a aromaterapia sabe hoje como desempenhar seu papel. Muitos óleos essenciais tem realmente uma ação reconhecida antiviral e centenas de referencias comprovam sua eficácia. A ação biológica anti-infecciosa de óleos essenciais (desde que não sejam retificados nem modificados) ocorre de maneira clara em todas as infecções agudas ou crônicas, quer sejam microbianas quer sejam virais.

👉 Adaptando a fórmula para os óleos essenciais e vegetais que eu tinha ao meu alcance agora, fiz uma sinergia para aplicar em spray pessoal (como se fosse um perfume terapêutico) que pode ser usado 3 vezes ao dia, especialmente se tiver contato com alguém ou algum objeto que chegou da rua (no caso de receber tele-entregas, etc.). De preferencia usar nos pulsos e inalar por alguns minutos (para as moléculas odoríferas penetrarem nas narinas pela inalação do aroma).

Eu usei *:

  • Para 50ml de base neutra de perfume natural (álcool de cereais 70% e água deionizada 30%), 50 gotas de óleos essenciais puros, no total (concentração de 3%). Distribuídos da seguinte forma: 26 gotas de OE de louro, 12 gts de OE de Eucalipto Globulos e 12 gts de OE de Alecrim (apresentado em outro estudo com eficácia antiviral e utilizado na Peste Negra).
  • Se quiser usar topicamente em um óleo vegetal (para aplicar em massagem sobre o peito e as costas) pode usar a mesma concentração (50gts de OE no total) em 50ml de óleo vegetal de Andiroba ou óleo de coco extravirgem e prensado a frio.

Trago estas informações como complementares em um universo que busca respostas a tudo que estamos enfrentando. Não se trata apenas de uma epidemia ou de uma classe de virus em questão. O ponto para reflexão aqui é encontrar formas de neutralizar todos esses intrusos (virus, bacterias, fungos e outros parasitas) que invadem o organismo humano provocando doenças infectocontagiosas e tem causado a cada ano morte de milhões de pessoas em todo o planeta.

Nas palavras do dr. Willem, gripe, dengue, tuberculose, hepatite, febre amarela, variola, febres hemorragicas, malaria, colera, esses perigos infecciosos sempre ameaçaram o homem na forma de epidemias ou de pandemias. Nenhum continente foi poupado. Felizmente dispomos recursos naturais como os óleos essenciais à base de fenois e monoterpenóis que são capazes de neutralizar todos esses intrusos atém de terapias para restaurar o equilíbrio imunologico.

Então, finalizo essa publicação enfatizando que, obviamente devemos seguir as recomendações dos órgãos da Saude Pública e manter todos os cuidados já indicados (assepsia, isolamento social, observação de sintomas, etc.). Minha intenção é trazer algo a mais, uma reflexão na minha opinião necessária, e uma alternativa de prevenção e reforço da imunidade com o uso dos óleos essenciais. Espero ter contribuído um pouco neste universo de dúvidas, medo e insegurança em relação ao que estamos vendo.

Como dr. Willem diz, com mais de 80 anos de vida e mais de 55 anos trabalhando em ações humanitárias pelo mundo, usando óleos essenciais…“Não estamos desarmados!”

E, por que não, a aromaterapia cientifica será a medicina do futuro?

* As formulações aqui apresentadas são informativas e baseadas na obra em referência citada no texto. Para um tratamento, consulte profissional responsável.

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