Frequências e Saúde: equilíbrio do ambiente e das pessoas

Conteúdos do Post

Frequências vibratórias

Um aspecto importante que interfere na saúde das pessoas em seus ambientes são as Frequências Vibratórias.

A Ressonância Schumann, por exemplo, é a frequência natural da Terra. É estudada em um campo da Engenharia, da Biometereologia, portanto é ciência. Não se trata de um campo místico. Ela estuda a ação das forças naturais (magnéticas e eletromagnéticas) sobre os seres vivos. Pode ser medida em aparelhos – analisadores de frequência.

Nossas células recebem essa frequência desde a Idade da Pedra. O ser humano recebeu essa frequência e portanto o desenvolvimento celular se deu a partir disso. 

Mas além da frequência natural da Terra, há outras frequências presentes no meio ambiente, especialmente nos centros urbanos. Todas estas frequências associadas geram uma intensidade que nosso sistema fisiológico não sabe lidar muito bem ainda. Nos últimos 100 anos estamos recebendo uma carga muito grande de novas frequências que o corpo fica “confuso”. Para tudo há um tempo de inércia e adaptação. Talvez leve mais 100 anos para nosso metabolismo estar adaptado às novas frequências.

Desde a descoberta das ondas de rádio, por Marconi e padre Landel de Moura (aqui no Brasil), no início do século XX, as células começaram a receber outros pacotes de ondas eletromagnéticas e começaram a reagir a estes pacotes. 

O sistema nervoso é como um conjunto de antenas que recebem ondas eletromagnéticas e se transformam em tensão elétrica (da ordem de micro volts ou nano volts). As células tem que lidar com essa informação e muitas vezes “não sabem o que fazer”.

As células perdem a referencia da Terra quando tem uma superexposição aos campos eletromagnéticos. 

Não é comum recebermos diagnósticos precisos de patologias que surgem por essa exposição aos campos eletromagnéticos exagerados sobre nossas células. 

Radiações ionizantes, não são visíveis mas atravessam nosso corpo e provocam uma mutação celular.

Especialmente nos centros urbanos onde temos maior concentração de construções, há uma grande influência de campos eletromagnéticos sobre as pessoas.

Influencias Geopáticas (da Terra), ondas eletromagnéticas, memórias e impregnações do local, ondas de forma e a ionização atmosférica, são alguns dos fatores que afetam a saúde das pessoas nos ambientes construídos.

E a saúde?

A saúde reflete diretamente a ação dos fatores descritos anteriormente.

Podem ocorrer, por exemplo, transtornos orgânicos relacionados ao excesso de ionização. Os mais comuns são: dores corporais, enxaqueca, náuseas, vertigens, contrações nervosas, irritação nos olhos, fadiga, dificuldade respiratória, alergias, asma, problemas circulatórios, cardíaco, desequilíbrio emocional, irritabilidade, esgotamento, baixo rendimento de trabalho, depressão, baixa de imunidade entre outras patologias.

Como equilibrar o ambiente?

A síndrome do edifício doente expressa esse conceito em que o ambiente doente afeta a saúde daqueles que ali habitam. Em outras palavras: uma casa doente com o tempo deixará você doente também. 

Felizmente há diferentes formas de equilibrar o ambiente e minimizar o impacto que tem sobre a saúde das pessoas.

Algumas ciências, princípios e técnicas já utilizados com esse fim há muitos anos:

Geobiologia – a ciencia do habitat

A geobiologia não é uma forma de crença. Ela detecta e analisa nos terrenos e nas construções as emissões que podem afetar os espaços e influenciar de forma negativa a saúde dos ocupantes. 

A Geobiologia estuda fenômenos bem reais, mensuráveis e quantificáveis, utilizando métodos tradicionais como a Radiestesia e outros métodos mais recentes e tecnológicos através de aparelhos (contadores Geiger, magnetrometros, cintilometros, etc.).

A Geobiologia, portanto, estuda o impacto do ambiente e das construções na saúde dos habitantes e busca promover as curas necessárias para tornar os espaços saudáveis.

A Geobiologia Acadêmica está relacionada com a higiene ambiental e com o que hoje se denomina a Síndrome do Edifício Doente. É voltada para a qualidade do ar, a administração das emissões eletromagnéticas, a qualidade da iluminação, escolha dos materiais de construção e para o impacto resultante da mesma. É reconhecida pelo INMETRO. É uma Geobiologia de resultados e não especulativa, devendo funcionar como uma extensão da arquitetura. 

Radiestesia 

Radiestesia significa sensibilidade à radiação. É cientificamente comprovado que todos os corpos emitem e são afetados por radiações na forma de ondas que nos rodeiam o tempo todo. Estas radiações (vibrações) estimulam de forma continua o sistema nervoso, que leva informações ao cérebro e ao inconsciente, influenciando o comportamento, as emoções e a saúde constantemente.

Neuroarquitetura

Neuroarquitetura é a união entre a neurociência e a arquitetura. A neuroarquitetura é praticada com o intuito de projetar espaços que promovam a saúde e o bem estar físico e mental de seus usuários.

Design Biofílico

O Design Biofílico prioriza a relação do ser humano com a natureza, com foco na saúde e bem-estar das pessoas.

Enquanto o Design ecológico busca causar o menor impacto ambiental e o uso eficiente dos recursos naturais, o design biofílico tem o foco na saúde e o bem-estar das pessoas em contato com a natureza.

Feng Shui

Ciência e arte chinesas, de origem filosófica taoista, que têm por objetivo organizar os espaços com o fim de atrair influências benéficas da Natureza.

O que mudar? Por onde começar?

Como arquiteta e terapeuta, busco levar para as pessoas mudanças que melhorem sua qualidade de vida e bem estar. Não há como obter algo efetivo nesse sentido, mexendo apenas em parte do problema. Dessa forma, não vejo como mudar por fora sem antes mudar por dentro.

Essa mesma lógica se aplica ao espaço que ocupamos. Se queremos nos sentir melhor no ambiente que estamos, é necessário ir um pouco mais fundo e verificar o que aquele espaço reflete. Se está em desequilíbrio ou “doente”, o que de fato está afetando a saúde dele e consequentemente a saúde das pessoas no ambiente.

Essa reflexão é fundamental para um trabalho integrado e efetivo. Quando buscamos bem estar físico, emocional e vibracional temos que olhar o conjunto que somos e também o conjunto que nos cerca (corpo, espaço individual e espaço coletivo). Olhar de dentro para fora, do micro ao macro.

A boa noticia é que temos diferentes técnicas e instrumentos para fazer esse trabalho. Além das técnicas acima citadas, também é possível levar aos ambientes e pessoas o equilíbrio proporcionado pela ação integrada dos óleos essenciais.

Você pode me perguntar agora: – E como tudo começa?

Sugiro iniciar respondendo a si mesmo: 

  • Como está sua saúde física e emocional atualmente?
  • Como você se sente no ambiente que ocupa atualmente?
  • O que você gostaria de mudar?

A partir dessa reflexão inicial é possível iniciar um trabalho terapêutico integrado, seja individualmente ou associado ao ambiente que você ocupa.

Tenho certeza que os benefícios podem ser sentidos a cada etapa do processo e o bem estar resultante será uma conquista duradoura!

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